04 novembro 2018

A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL e os fantasmas que nos assombram

postado por Manu Negri


OBRIGADA, UNIVERSO, POR ESSES NOVOS FILMES E SÉRIES DE TERROR DECENTES


Obrigada, também, à Netflix, que acertou na produção de A maldição da residência Hill, nova série de terror que entrou no catálogo da plataforma em outubro e já tem feito uma galerinha se apaixonar. E, pasmem alguns, chorar – apesar da categorização já estar feita, a história é nos moldes daquele terror a la O orfanato do jeitinho que eu gosto, carregado de drama. Acho até que tem mais drama.

O diretor, Mike Flanagan, já fez seu nome no gênero terror assinando filmes como O espelho, Ouija: a origem do mal, Hush – a morte ouve, Jogo perigoso (esses últimos, na Netflix) e o ainda em pré-produção Doutor Sono, continuação de O iluminado. Embora eu tenha gostado de Hush e Jogo perigoso, com ressalvas, é nessa série que ele conquistou meu coração. Os dez episódios de A maldição da residência Hill contam a história da família Crain, que se muda para a tal residência Hill, conhecida como a casa mais mal-assombrada do país, a fim de venderem a casa depois de uma reforma por um preço bem mais alto e enfim poderem construir a "Casa Para Sempre" que a matriarca, arquiteta, projetou.


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01 outubro 2018

Com personagens inéditos, LIFE IS STRANGE 2 fala de xenofobia

postado por Manu Negri

Sean e Daniel

Eu estou atrasada com pelo menos três publicações sobre os últimos games que joguei (Until Dawn, To the moon e Detroit: become human), mas quem me conhece sabe que qualquer coisa de Life is Strange tem prioridade neste recinto.

Se é a primeira vez que você está no meu blog, é mentira que eu atraso posts, tá?

Bom, cremosos e cremosas, é isso aí! A continuação do universo criado pela francesa DONTNOD e publicado pela Square Enix finalmente foi lançada, com o seu primeiro episódio, no dia 26 de setembro, para PC (Steam), PS4 e Xbox One. Depois de muito especulado após o lançamento de Captain Spirit em maio – demo GRATUITA que liga Life is Strange 1 ao 2 –, muita gente descobriu que os novos protagonistas do game são dois irmãos, e não o menino Chris. (Quer dizer, gente que não viu trailers ou não acompanhou as novidades, risos.) É difícil se despedir de Max e Chloe. Mas, enquanto elas continuam vivas nos trabalhos de fãs, na HQ que sairá em breve e, talvez, na série live action da qual ninguém mais ouviu falar desde 2016, é hora de dar as boas-vindas a Sean e Daniel


22 agosto 2018

OUTSIDER, o mais novo romance policial (será?) de Stephen King

postado por Manu Negri


Tirando uma cena razoavelmente baranga de Um amor para recordar, em que o mocinho do filme realiza o sonho da mocinha de estar em dois lugares ao mesmo tempo simplesmente se posicionando na divisa entre duas cidades, físicos continuam debatendo a possibilidade desse princípio. Em Outsider, você provavelmente vai se juntar a eles.

Concluído em maio deste ano pelo autor que mais dá as caras neste blog e na minha estante, Stephen King, o livro alcançou o primeiro lugar na lista de mais vendidos da Publishers Weekly, além de passar semanas entre os bestsellers do New York Times. No Brasil, traduzido e lançado rapidamente pouco tempo depois, ele entrou no ranking da Veja, da Folha e do PublishNews. Além de ter nascido campeão de vendas, Outsider já teve os direitos comprados para virar uma série de 10 episódios, roteirizado por Richard Price, responsável pelo sucesso The wire, da HBO. Tá bom ou quer mais, poc?

Fiz meu pedido na pré-venda, como boa escrava do King que sou, e em poucos dias recebi meu cheiroso exemplar com uma capa lindérrima, baixo relevo, título original e tudo (ótimo pra fingir no ônibus que está lendo livro em inglês). Logo nas primeiras páginas, fui conquistada pela costurinha de narrativa que o King faz, se assemelhando um pouco com o que acontece em Carrie, a estranha, que é intercalar acontecimentos do presente com transição de depoimentos à polícia de Flint City, a cidade fictícia da trama. Aos poucos, descobrimos que lá aconteceu o assassinato horrendo de uma criança, morta a dentadas e estuprada com um galho de árvore, cujo principal suspeito é o cidadão exemplar Terry Maitland, professor da liga infantil de baseball local (inclusive, da vítima). As digitais incontestavelmente compatíveis com Terry encontradas no local e a natureza abominável do crime levaram os policiais a prenderem o professor diante de mais de mil pessoas, incluindo a esposa e as filhas, gerando uma comoção na população. No entanto, tão irrefutável quanto as provas físicas de sua culpabilidade, um álibi se revela na história: no dia e horário do crime, Terry Maitland estava em outra cidade, junto de outras pessoas, em uma conferência literária.


23 julho 2018

O BAZAR DOS SONHOS RUINS, livro de contos de Stephen King

postado por Manu Negri


Alô, alô, Terezinha, voltando à TAG de Livros com mais uma obra dele, este senhor cheiroso, rico, amante do Maine, dono de um maxilar de personalidade e que já adaptou 80 de seus 70 livros publicados.

Olar
Lançada neste ano pela Suma de Letras, O bazar dos sonhos ruins é a mais nova coletânea de contos e poemas de Stephen King que eu achei que iria me atropelar de frente e depois de ré, mas no máximo deu uma buzinada e eu acenei sorrindo.

A capa do livro é uma belezura só, talvez uma das mais bonitas das obras dele lançadas pela editora, mas, pra mim, trouxe vários dos contos mais fracos do mestre. O que comentar dos poemas, que preferi arrancar meus olhos com uma lixa de unha do que terminá-los? Quer dizer, depois que você lê um Quatro Estações da vida, que contém O corpo (adaptado para Conta comigo) e Rita Hayworth e a redenção de Shawshank (adaptado para Um sonho de liberdade), você fica com as expectativas um cadim elevadas, sabe como é.


08 julho 2018

4 documentários de crimes que vão te deixar puto da vida

postado por Manu Negri


Antes de começarmos, um aviso do bem: todos esses documentário estão na Netflix. AEAEAEAE!


A plataforma pode até estar deixando a desejar com seus filmes originais, mas no quesito Documentários a gente pode nadar de braçada que o catálogo tá cheio de coisa boa. Eu amo o gênero, especialmente obras que tratam de crimes, processos legais, ~mistérios e por aí vai. E, entre essas histórias incríveis de crimes, depois de contabilizar um punhado na minha listinha de assistidos, achei bem curioso que várias delas de fato são de deixar o espectador puto da vida ao mostrar erros grotescos, conspirações do sistema penal e julgamentos midiáticos que acabam prejudicando a vida de inocentes ou inocentando criminosos. Já falei de alguns deles no blog, como os casos retratados em Making a murderer e Os três de West Memphis (também pretendo escrever sobre O.J Simpson em breve), e agora trago novos quatro documentários na mesma vibe: